Aceitamos a proposição de Lacan em voltarmos a Freud!!! Nunca, em nossa história recente, isso foi um apelo tão emergente como agora se apresenta, dado as novas configurações como a vida social se estrutura em função do avanço tecnológico, do exercício do poder político, das ditaduras, da ameça de aniquilamento global, catástrofes, sociedade líquida: Freud se faz presente!!!
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
O Aparelho Psíquico em Freud
Na manifestação freudiana, há dois momentos importantes. O primeiro é chamado de “primeira tópica”, quando ainda desenvolvia a ideia de um “lugar” onde acontecia os fenômenos psíquicos. Esse lugar, essa “topologia”, entendia a existência de três instâncias: o inconsciente, o pré-consciente e o consciente (Ics, Pcs e Cs).
Neste ponto de vista topográfico, Freud introduz o pensamento de que o aparelho mental se estrutura em diferentes territórios regidos pelos processos próprios acima mencionados. Esse modelo estrutural perdurou até se esgotar, na medida que não respondia a todas as ocorrências psíquicas observadas por Freud, o que o obrigou a elaborar mais tarde uma concepção dinâmica do aparelho psíquico, chamado de“segunda tópica”, onde esse aparelho se resolve nas instâncias do ID, EGO e SUPER-EGO, que, juntos, trabalham as ações e reações.
Nessa concepção, o Id é o instinto primitivo, reinando nas crianças, sendo uma forma de ação que não tem censura, expresso sem ao menos pensar. Na fase infantil,por si só, as pulsões tem somente o caminho de sua realização como forma dedestino. O desejo das crianças tem que ser satisfeito imediatamente, ou elas tomamatitudes que fazem valer suas intenções.
O EGO, é a parte do ID que foi modificado pelas percepções externas, e deverá ser o elemento equilibrador entre o ID tempestivo nos seus desejos e os recalques para se viver em sociedade. Além de ser modificado pelas percepções externas, também seestrutura em parte inconsciente, sendo o responsável pela percepção do princípio darealidade.
Já o SUPEREGO, é o repositório dos recalques, formado e influenciado pelas regras, crenças, leis morais, ética e outros métodos aprendidos no decorrer da vida, mas fundamentalmente adquiridos desde a infância. O SUPEREGO é o limitador de nossas ações e reações, induzindo-nos ao pensamento das consequências.
Em um modelo de equilíbrio psíquico, o EGO gerencia o princípio da realidade,submetendo as ações do ID a regra moral do SUPEREGO. Já em um modelo que foge essa normalidade, o EGO está submetido a um ID intrusivo
e um SUPEREGO ameaçador, o que reflete nos usos de mecanismos de defesa,os quais tendem a um esgotamento de respostas a necessidade do EGO de evitaruma profunda dor psíquica, fatos danosos a vida do sujeito
Referências: Aparelho Psíquico. Disponível em
< http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/psicologia/aparelho-psiquico.htm >.
Acessado em 13 de setembro de 2017. Primeira e Segunda Tópica do Aparelho Psíquico – Resumo | Psicanálise; Freud . Disponível em < http://psicoativo.com/2017/04/primeira-segunda-topica-aparelho-
psiquico-resumo-psicanalise-freud.html >. Acessado em 13 de setembro de 2017.
Neste ponto de vista topográfico, Freud introduz o pensamento de que o aparelho mental se estrutura em diferentes territórios regidos pelos processos próprios acima mencionados. Esse modelo estrutural perdurou até se esgotar, na medida que não respondia a todas as ocorrências psíquicas observadas por Freud, o que o obrigou a elaborar mais tarde uma concepção dinâmica do aparelho psíquico, chamado de“segunda tópica”, onde esse aparelho se resolve nas instâncias do ID, EGO e SUPER-EGO, que, juntos, trabalham as ações e reações.
Nessa concepção, o Id é o instinto primitivo, reinando nas crianças, sendo uma forma de ação que não tem censura, expresso sem ao menos pensar. Na fase infantil,por si só, as pulsões tem somente o caminho de sua realização como forma dedestino. O desejo das crianças tem que ser satisfeito imediatamente, ou elas tomamatitudes que fazem valer suas intenções.
O EGO, é a parte do ID que foi modificado pelas percepções externas, e deverá ser o elemento equilibrador entre o ID tempestivo nos seus desejos e os recalques para se viver em sociedade. Além de ser modificado pelas percepções externas, também seestrutura em parte inconsciente, sendo o responsável pela percepção do princípio darealidade.
Já o SUPEREGO, é o repositório dos recalques, formado e influenciado pelas regras, crenças, leis morais, ética e outros métodos aprendidos no decorrer da vida, mas fundamentalmente adquiridos desde a infância. O SUPEREGO é o limitador de nossas ações e reações, induzindo-nos ao pensamento das consequências.
Em um modelo de equilíbrio psíquico, o EGO gerencia o princípio da realidade,submetendo as ações do ID a regra moral do SUPEREGO. Já em um modelo que foge essa normalidade, o EGO está submetido a um ID intrusivo
e um SUPEREGO ameaçador, o que reflete nos usos de mecanismos de defesa,os quais tendem a um esgotamento de respostas a necessidade do EGO de evitaruma profunda dor psíquica, fatos danosos a vida do sujeito
Referências: Aparelho Psíquico. Disponível em
< http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/psicologia/aparelho-psiquico.htm >.
Acessado em 13 de setembro de 2017. Primeira e Segunda Tópica do Aparelho Psíquico – Resumo | Psicanálise; Freud . Disponível em < http://psicoativo.com/2017/04/primeira-segunda-topica-aparelho-
psiquico-resumo-psicanalise-freud.html >. Acessado em 13 de setembro de 2017.
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